A capoeira surgiu no Brasil no século XVI, quando os escravos africanos perceberam que precisavam de uma forma de se defender dos ataques opressores dos colonizadores e desenvolveram uma luta disfarçada de dança. As principais funções eram a manutenção da cultura, saúde física e alívio do estresse do trabalho. Em 1930, a capoeira se tornou um esporte nacional brasileiro. Houve três estilos de capoeira que se diferenciam pelo ritmo e movimentos. O primeiro é a capoeira angola com ritmo musical lento e golpes mais baixos. O segundo estilo é a capoeira regional com movimentos mais rápidos. O atual estilo é a contemporânea que une um pouco dos dois estilos.

A Roda de Capoeira divide-se em lutadores e instrumentistas. No meio da roda, dois participantes ensaiam coreografias sincronizadas, gingadas de perna, braços, mãos, pés, cabeça e ombros. Tudo ao som ritmado e bem marcado do berimbau de barriga, caxixi, atabaque, pandeiro e reco-reco.

O objetivo do jogo da capoeira não é o combate ou nocaute, mas levar a queda do oponente sem golpeá-lo, preferencialmente com uma rasteira. A capoeira é um diálogo de corpos, onde um se movimenta esperando a resposta do outro, até alguém parar ou entrar um terceiro, fazendo com que todos na roda participem. Um elemento básico é a mandinga, ou malícia, o grande diferencial da capoeira com relação às outras artes marciais.

O batizado acontece com alunos novos recebendo sua primeira corda e os demais alunos passando para graduações superiores. O mais graduado começa na roda com outros alunos até a queda, quando pode ser considerado batizado. Com esse batismo, o capoeirista oficializa um apelido, que é uma tradição da capoeira, definido por alguma habilidade ou diferença entre os demais.

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18:00 às 19:00